ADV.AXIS
Plugin do Claude · uso interno do escritório

Cérebro Neves & Feliciano

Dez habilidades instaladas. Cada uma sabe uma parte do método do escritório e é chamada pelo nome, ou pelo que você pede em português. Esta página diz o que cabe em cada uma, em que ordem se usam, o que elas se recusam a fazer, e como o cérebro está montado por dentro.

Versão
0.33.0
Habilidades
10
Sensores
25
Base legal bruta
1.536 fragmentos
Blocos de peça
5 de 10

O caminho de uma peça

Três habilidades em sequência, e o que passa de uma para a outra. A ordem importa: a peça cita "doc. 3", e é a primeira que decide o que é o doc. 3.

FASE 0
padroniza-documentos
A documentação do cliente chega bagunçada e sai em PDF A4, com nome no padrão, texto pesquisável e índice.
entrega →
_indice-anexos.md
cadernos médicos
FASES 1 A 5
peticionador-inicial
A peça é escrita bloco a bloco, com aprovação da Maytê entre fases. A fase 5 só confere se os blocos conversam entre si.
entrega →
peça no timbrado
escolhido na fase 4a
FASE 6
auditor-peca
Roda os 31 sensores, audita contra os 14 passos e emite o veredicto. Um GRAVE derruba a peça, sem discussão.
entrega →
APTA ou NÃO APTA
com o que corrigir
DEPOIS
Protocolo
Decisão humana. Veredicto NÃO APTA volta para a fase que gerou o problema, não para o começo.
a peça e os anexos
voltam para o Drive

As doze habilidades

Duas ficam fora do caminho da peça: a base legal se atualiza quando alguém pede, e o registro de marca é outra prática. Em cada ficha, a coluna da direita traz frases que funcionam de verdade como pedido.

fraciona-processo antes da fase zero, quando o insumo é o processo inteiro

O que ela faz

  • Quebra o PDF único dos autos em um arquivo por peça, com sequência, ID, data, hora da assinatura, nome e faixa de folhas no nome.
  • Entrega tudo em um .zip, mais a pasta com os PDFs soltos.
  • Tem modo seco (--dry-run), que lista o que detectou sem gerar arquivo.
  • É o que produz os insumos que a peticionador-recursal exige na checagem, a inicial, a peça a responder e a pasta dos autos fracionados.
  • Script de Roberto Brunoro para o PJe, portado em 06/08/2026 sem alteração. Não acessa tribunal: trabalha no PDF já baixado.
  • Três leitores lado a lado. O do PJe (TRT comprovado, TRF1 deve funcionar), o de Projudi, nosso, que passou a ler o TJ-GO em 12/08/2026, validado em processo real de 556 folhas, e o do processo administrativo do INSS baixado do Meu INSS (SIBE), nosso, desde 28/09/2026, comprovado em PAP real de 77 páginas. Só o teste do TRF1 segue aberto.
padroniza-documentos a fase zero de qualquer caso

O que ela faz

  • Aceita PDF, foto de celular, HEIC, .docx, .doc, .rtf, .odt e devolve tudo em PDF A4 retrato, rotação corrigida.
  • Renomeia no padrão da casa, NN - DATA - TIPO - INFORMAÇÕES.pdf, numerado na ordem dos tópicos da peça, não em ordem cronológica, com o tipo vindo de lista fechada.
  • Faz OCR em duas trilhas: ocrmypdf em português para impresso, Mistral para manuscrito (letra de médico em atestado, o caso mais difícil). Antes disso mede a resolução, porque OCR não inventa pixel: foto abaixo do piso de legibilidade pede digitalização nova, não OCR melhor.
  • Monta o índice de anexos numerado, que é a numeração que a peça vai citar, e audita o lote (numeração, páginas, camada de texto, resolução) antes de declará-lo pronto.
  • Lê a pasta de origem e monta o plano sozinha, na ordem dos tópicos da peça, e devolve o resultado para a pasta do caso no fim. Antes de tocar em qualquer coisa ela mostra o plano em modo seco e para. Documento que ela não identifica pelo nome sai marcado para uma pessoa decidir, e nunca recebe tipo chutado. Corrigido em 12/08/2026, depois de se medir que a entrega na pasta nunca tinha acontecido.
  • Reconhece o documento pelo nome usando o vocabulário do próprio cérebro, a tabela de sinônimos de tipos-documentais.md, que a equipe lê e amplia sem tocar em código. O casamento é por palavra inteira, e duplicata byte a byte sai apontada antes de numerar. Medido em 13/08/2026 sobre uma pasta real de 24 anexos: de 6 classificados com 2 errados, passou a 15 classificados e nenhum errado.
  • O que ficou pendente volta listado pelo nome do arquivo, e não como número. Na mesma pasta de 24 anexos foram 9 esperando a escolha do tipo, e pendência sem nome se lê, do outro lado, como documento que não migrou. O relato diz o nome de cada um, o motivo, e que a rodada seguinte numera todos junto.
  • Consolida os documentos médicos em cinco cadernos: atestados, receituários, laudos de exames, laudos e relatórios médicos, outros profissionais.
  • No caderno de atestados monta a capa analítica com data, médico, CRM, CID e dias, mais o total de dias somado e os CIDs consolidados.
  • Confere integridade byte a byte antes de processar, porque arquivo do Drive em modo stream pode reportar tamanho e devolver conteúdo vazio.

Não faz: declarar lote processado sem ter conferido os bytes. Não apaga, não renomeia e não move, nem na origem nem no destino, porque nenhuma via de acesso ao Drive desfaz isso: a saída é sempre pasta nova, e o destino que já existe e não está vazio faz o script parar. Lote com falha não é devolvido. No Cowork, quem grava na pasta do Drive é a ferramenta da sessão e não o shell, e aí o script entrega o manifesto com os lotes prontos em vez de fingir que gravou. A cópia à mão pelo Explorer deixou de ser necessária em 12/08/2026: na aba Code e no VS Code a unidade G: é caminho comum, e no Cowork basta anexar a pasta do caso ao contexto, que o Desktop encena os arquivos dentro da sessão em /mnt/user-data/uploads/. Quem fala diz G:\... e quem processa vê o caminho encenado.

Peça assim

  • padroniza esses documentos
  • organiza os anexos
  • prepara os documentos pra peça
  • renomeia isso tudo
  • não consigo ler esse atestado

O total de dias serve direto à peça. É o que sustenta a continuidade da incapacidade sem ninguém recontar atestado na mão.

peticionador-inicial escreve a inicial, bloco a bloco

O que ela faz

  • Começa pela checagem de insumos, passo numerado com tabela de entrega e parada: o processo administrativo, o índice de anexos e a prova do benefício, cada um com o arquivo aberto na conversa, as páginas contadas e uma folha citável. Faltando um, ela recusa por escrito, e não entrega peça parcial, esqueleto para preencher nem versão preliminar.
  • Roteia primeiro pelo benefício, na árvore de benefícios, antes de coletar qualquer coisa. Errar a espécie compromete a peça inteira.
  • Percorre o roteiro de qualificação do POP sem interrogatório: o que a documentação já responde, ela apresenta e pede confirmação.
  • Detecta os módulos que o caso pede: Rural, Menores, Perspectiva de Gênero.
  • Escreve em fases com aprovação humana, com teto de cerca de uma página e meia por bloco.
  • Na fase 4a pergunta qual timbrado usar. Não há padrão, porque cada um traz composição de sócias diferente.
  • A fase 5 é só de consistência: blocos ótimos podem não conversar entre si, e é aí que se costura.

Não faz: buscar jurisprudência durante a redação, porque é aí que o modelo inventa precedente. Só cita o que está conferido na base. E não improvisa bloco de benefício que não está escrito: para e avisa.

Peça assim

  • escreve a inicial desse caso
  • monta a petição de auxílio-doença
  • faz a inicial de BPC
  • monta a inicial de aposentadoria especial
  • faz a inicial de pensão por morte
  • qual benefício cabe aqui?

Escritos: incapacidade (B31, B32, B91, B92), assistencial BPC/LOAS (B87), aposentadoria especial (B46), esta desde 04/08 com 12 blocos de tese e POP próprio, pensão por morte (B21, B93), desde 06/08 com seis módulos, POP e peça base, e auxílio-acidente (B94, B36), desde 18/08, com matriz de enfrentamentos que já traz camada recursal.

Desde 24/08 o BPC cobre o padrão médio. Substituída a avaliação social por tabela nacional, hipótese que a Portaria Conjunta 34/2025 abriu, a impugnação da avaliação administrativa passa a entrar também no caminho da renda, reorientada e sem pedir perícia nova. Entrou junto a tese de que programa de transferência de renda não compõe a renda familiar do BPC.

Desde 28/09 o BPC tem ficha do caso. Preenchida uma vez, depois da leitura integral do processo administrativo, ela junta a coleta e a análise numa parada só: a Maytê aprova o resumo de decisões do topo, e a redação lê da ficha em vez de reler os autos. Está em calibração, no modelo enxuto que ela aprovou. Entraram junto nove correções do fluxo, entre elas a tabela do grupo familiar sempre no corpo da peça, os quinze quesitos divididos pela tese principal e o misto sem Tema 187.

Desde 29/09 o caminho 2 do BPC tem método próprio. Quando o INSS reconheceu a deficiência e negou pela renda, a peça sai da seção "Caminho 2" do NF-01, de uma peça base e de quinze blocos com texto fixo, cuidados e exemplo, todos aprovados pela Maytê bloco a bloco. Entraram cinco variáveis novas, de renda informal, dedução recusada, cuidadora fora do trabalho, ajuda de terceiros e avaliação remota, e uma regra que vale em todo caminho: o valor da despesa é sempre o da nota fiscal ou o informado pela família, nunca o tabelado do INSS.

Desde 19/08 a peça começa pelo exemplo. Antes da primeira linha, a habilidade abre a peça real da família em exemplos/, seis iniciais suas anonimizadas e inteiras, e escreve com ela aberta. Bloco ensina o que argumentar, exemplo mostra com que palavras. O BPC por deficiência ganhou junto a norma interna NF-01, transcrita na íntegra.

Ainda não: as demais aposentadorias, auxílio-reclusão e salário-maternidade. Estão mapeados com espécie e requisitos, aguardando o bloco. Tempo de contribuição e idade (B42, B41) têm só peça base.

peticionador-recursal quando já existe uma decisão ou uma defesa para responder

O que ela faz

  • Produz recurso, contrarrazões e impugnação à contestação, em fases com aprovação da Maytê entre elas. Contrarrazões a recurso especial do INSS têm bloco próprio desde 26/08/2026, nascido de caso real do Tema 1124, com as seis teses que a autarquia traz nessa fase e a peça inteira, anonimizada, como peça base. A família do incidente de uniformização dirigido à TNU entrou em 21/09/2026, nas duas posições, interposição e contrarrazões, com a base do instrumento conferida e o exemplo real anonimizado.
  • Começa pela checagem de insumos, que desde 13/08/2026 é passo numerado, com tabela de entrega e parada, e não mais um recado no preâmbulo. Exige a petição inicial, a peça a responder e os autos fracionados, e só dá por tê-los quando o arquivo foi aberto na conversa, as páginas foram contadas e há uma folha citável. Número de processo, nome de pasta e caso descrito de viva voz não contam.
  • Abre por uma fase 0 de inventário probatório: conta as páginas dos autos fracionados e trava quando alguma volta sem texto, para nenhuma conclusão se apoiar em página não lida. Ao fim, gera o .docx no timbrado escolhido.
  • Antes de escrever uma linha, monta a tabela de confronto: cada ponto atacado ligado ao fundamento da decisão que ele ataca, classificado como erro de fato, de direito ou de procedimento.
  • Escreve o que o INSS vai argumentar contra nós, e varre as matérias de ordem pública antes que o tribunal as veja sozinho.
  • Tem seção própria de prequestionamento, que é o que o escritório mais esquece e o que abre a via para os tribunais superiores.

Por que a tabela existe: fundamento da decisão que fica sem resposta continua de pé, e se ele sozinho sustenta o resultado, o recurso perde ainda que todo o resto seja acolhido.

Não faz: petição inicial, que é a peticionador-inicial. E não cita prazo de memória: recurso inominado, apelação e embargos têm prazos diferentes, e antes de marcar [CONFIRMAR] a fonte se busca. Os artigos processuais do CPC (prazo, apelação, prequestionamento) entraram na base em 12/08/2026.

auditor-peca diz se a peça pode ser protocolada

O que ela faz

  • Começa pela checagem de insumos, com a mesma tabela das duas de peticionamento: a peça, o processo e o índice de anexos. Sem a peça aberta, ela não audita. Sem o processo, audita e declara no veredicto que não o leu, em vez de entregar como se tivesse lido.
  • Roda 31 sensores determinísticos antes de qualquer leitura interpretativa. Custam milissegundos e não passam por modelo. Quatro deles, de 20/08/2026, medem forma e voz: repetição do mesmo fato, teto de laudas medido em PDF, negrito fora de título e subtítulo que a peça real não tem.
  • Audita contra os 14 passos da metodologia de incapacidade, com matriz de criticidade.
  • Aplica a curadoria geral, que vale para qualquer peça previdenciária: consistência jurídica, suficiência probatória, correção normativa, viabilidade estratégica.
  • Emite veredicto de piso. Qualquer achado GRAVE rebaixa para NÃO APTA, e isso não é negociável.
  • Aponta onde corrigir, com o dispositivo certo no lugar do errado.

Por que ela existe: o auditor por modelo subdimensiona gravidade. Já deu "APTA COM REPAROS" numa peça com quatro bloqueadores GRAVE presentes. Os sensores são o piso objetivo.

Não altera a peça sozinha. Ela entrega diagnóstico mais o índice dos achados. A correção vem depois e vem uma por mensagem, com o trecho atual e o trecho sugerido lado a lado, e para até a resposta. Regra da Maytê, de 24/08/2026: lista agrupada por tipo de problema não dá para aprovar item a item. A única exceção ao lote é dado de qualificação pendente, que é dado e não decisão de tese. Silêncio não é autorização.

Peça assim

  • audita essa peça
  • essa inicial está apta?
  • pode protocolar?
  • revisa antes de eu assinar

Não audite a própria peça de cabeça. O autor sempre subdimensiona o próprio defeito, e a habilidade existe exatamente para isso.

atualiza-base-legal mantém o texto das normas à mão, e roda sozinha toda segunda

O que ela faz

  • Separa duas camadas que não se confundem: a curada diz o que pode ser citado, com vigência conferida e data; a bruta fornece o texto exato do dispositivo.
  • Hoje a bruta tem 1.400 fragmentos: 26 normas fragmentadas artigo por artigo, o Anexo IV do Decreto 3.048/99 código a código, as 89 súmulas da TNU e os 219 temas representativos da TNU, com a situação de cada verbete.
  • Guarda a redação revogada junto da vigente, tachada. Período antigo se rege pela redação da época, e o art. 57 da Lei 8.213 tem quatro camadas de redação.
  • Traz as canceladas e as revogadas junto das súmulas vigentes. Saber que a Súmula 32 caiu vale tanto quanto saber o teor das que ficaram.
  • Não grava nada se a página vier diferente do esperado. HTTP 200 não é prova: cada coletor confere um trecho conhecido do texto antes de escrever em disco.
  • Ao fim de cada rodada cruza a bruta com a curada e lista o que a Maytê autorizou citar e não tem texto. Na primeira execução já acusou os arts. 98 a 102 do CPC faltando.

Endereço de norma se colhe, nunca se adivinha. Cada endereço do coletor veio de um link dentro de outra página oficial. A regra nasceu de um incidente real: o endereço de um anexo foi chutado cinco vezes, e ele estava escrito na própria página do decreto.

Peça assim

  • atualiza a base legal
  • rebaixa a Lei 8.213
  • atualiza as súmulas da TNU
  • qual o texto exato do art. 42?
  • a Súmula 47 ainda vale?

Não faz: editar a camada curada por script. O que pode ser citado muda por decisão da Maytê, nunca por download.

registra-inpi registro de marca, fora do previdenciário base a conferir

O que ela faz

  • Busca de anterioridade e colidência, com as variações do nome e as classes afins, não só a classe idêntica.
  • Parecer de viabilidade e risco de indeferimento, com o art. 124 da LPI.
  • Indica classe de Nice e especificação, e avisa quando o negócio precisa de mais de uma classe, que é mais de um pedido e mais de uma taxa.
  • Roteiro de depósito no e-Marcas: GRU, imagem, formulário.
  • Lê despacho da RPI e calcula prazo de exigência, oposição e recurso.
  • Minuta as petições: cumprimento de exigência, oposição, manifestação à oposição, recurso contra indeferimento.

Não faz: patente, desenho industrial, indicação geográfica nem direito autoral. E recusa matéria previdenciária ou trabalhista, que têm habilidades próprias e base legal separada.

Peça assim

  • essa marca já existe?
  • faz a busca no INPI
  • qual classe usar
  • risco de indeferimento
  • responder exigência
  • recorrer do indeferimento

Atenção: nenhum dispositivo desta base passou por conferência oficial ainda. Serve para raciocinar e triar; transcrever em petição exige abrir o texto vigente na hora.

marketing-juridico conteúdo e evento, dentro da regra da OAB sem uso real ainda

O que ela faz

  • Checa conformidade antes da redação, não depois. A norma entra no rascunho, e não como revisão de texto pronto.
  • Roda contra a base própria do Provimento 205/2021, mais CED arts. 39 a 47-A e Estatuto, conferida em 30/07/2026.
  • Escreve com AIDA, PAS, 5W2H e storytelling, e planeja evento jurídico pelo 5W2H completo, orçamento incluído.
  • Usa biblioteca de CTA filtrada. "Contrate", "procure seus direitos" e "garanta seu benefício" estão fora, por vedação expressa.
  • Separa os dois chapéus: escritório de um lado, mentoria e palestra do outro. O art. 8º proíbe divulgar os dois juntos.

Por que ela existe: o que mais converte no previdenciário é justamente o que a norma fecha. Print de decisão, valor de atrasado e depoimento de aposentado agradecendo são vedação expressa, e anonimizar não resolve.

Peça assim

  • cria um post pra rede social
  • isso pode ser publicado?
  • monta uma campanha
  • planeja um webinar
  • escreve o convite da aula

Não faz: peça processual nem registro de marca. E não promete engajamento: ela entrega comunicação conforme, o alcance é outro assunto.

explica-para-o-cliente a única que não fala com o juízo

O que ela faz

  • Escreve, em linguagem simples, a explicação de uma peça protocolada, de uma decisão ou do andamento do processo.
  • Traz um glossário de tradução dos termos que o cliente recebe e não entende, de DER a trânsito em julgado.
  • Começa sempre pelo que muda para a pessoa, e fecha com o próximo passo concreto e de quem ele é.
  • Recusa promessa de resultado, prazo de sentença e estimativa de êxito.

Por que ela existe: o cérebro sabia falar com o juízo e não sabia falar com o segurado. A peça mantém a voz da Maytê porque o destinatário dela é o juízo, e a linguagem simples entra aqui, num texto próprio. Ela nunca toca na peça.

charles-previdenciario o assessor de consulta, idêntico ao original da Maytê portado sem adaptação

O que ela faz

  • Responde e raciocina sobre direito previdenciário e assistencial, sem exigir documento nenhum.
  • Revisa texto que você já escreveu, apontando tese sem base, fundamento frágil e ausência de prova, preservando a sua voz e a sua terminologia.
  • Organiza linha do tempo fática ou processual quando os fatos estão dispersos.
  • Pesquisa legislação, normas do INSS e jurisprudência de STF, STJ, TRFs e CJF.
  • Descreve as estruturas de referência de inicial, impugnação à contestação e recurso.

Por que ela existe: a Tati disse que "o Charles sumiu do sistema". Ele nunca tinha chegado ao cérebro. Entrou em 24/08/2026 idêntico ao original do Claude pessoal da Maytê, com o mesmo nome, por decisão do Victor.

Peça assim

  • charles
  • quais fundamentos sustentam
  • pesquisa jurisprudência sobre
  • revisa esta peça e fortalece a argumentação
  • monta a linha do tempo dos fatos

Atenção, e isso é real: ele veio sem as travas da casa. Manda buscar na web quando a norma pode estar desatualizada, e descreve estrutura de peça fora das fases com aprovação e da auditoria. Peça que vai ao juízo sai da peticionador-inicial e da peticionador-recursal, e passa pela auditor-peca.

adiciona-ao-cerebro alimentar o cérebro sem depender de desenvolvedor sem uso real ainda

O que ela faz

  • Diz onde cada coisa mora: tese vira bloco, roteiro de atendimento vira POP, peça inteira vai para peças base, procedimento repetível vira skill.
  • Obriga o passo que todo mundo esquece: linkar o arquivo novo de onde a skill lê. Arquivo que nenhuma skill alcança não existe para o sistema.
  • Traz dois testes que você roda antes de publicar, um que lista arquivo órfão e outro que confere os 25 sensores.
  • Explica como a equipe recebe: só depois que o número da versão sobe e o push acontece. Sem isso, o material fica só na sua máquina.
  • Repete as três travas: dado de cliente nunca entra, citação não conferida entra marcada, zero travessão.

Por que ela existe: duas peças base completas, de aposentadoria especial e programada, ficaram no repositório sem que nenhuma habilidade soubesse delas. O texto estava certo e ninguém o alcançava.

Peça assim

  • quero acrescentar isso ao cérebro
  • onde eu coloco essa tese
  • salva esse modelo
  • como o time recebe
  • isso aqui ficou de fora?

Não faz: redigir peça, auditar peça nem conferir norma vigente. Ela cuida do cérebro, não do caso.

liquidacao depois do trânsito, quando a pergunta é quanto vale a condenação família INSS sem caso de ensaio

O que ela faz

  • Calcula liquidação e cumprimento de sentença em duas famílias: INSS e Fazenda Pública, e cível entre particulares, cada uma com a sua base legal.
  • Refaz sempre a conta, venha ela pronta do INSS ou da contadoria, venha só a RMI do cálculo inicial, e mostra cada divergência.
  • Busca os índices no Banco Central, com a data da consulta, e segue o Manual de Cálculos da Justiça Federal da Res. CJF 990/2026, com a virada de setembro de 2025.
  • Confere a conta por dois caminhos independentes, e só segue se baterem ao centavo. Entrega a base em markdown e a planilha com a memória mês a mês.
  • Aprovado o cálculo, monta a petição de cumprimento contra o INSS em blocos, nas três variantes: implantado e falta pagar, não implantado, e restabelecimento com outro benefício ativo.

Por que ela existe: liquidação de sentença não tinha skill no cérebro, e uma entrega de liquidação quase foi apagada como sujeira em 14/08/2026. O método saiu de um caso real cível de 30/09/2026, que ficou anonimizado como régua, e os blocos da peça saíram de dois modelos reais da Maytê, com os erros de conta corrigidos.

Peça assim

  • faz a liquidação
  • monta o cumprimento de sentença
  • o INSS não pagou os atrasados
  • confere a conta do INSS
  • analisa a proposta de acordo

Não faz: fracionar os autos, que é a fraciona-processo, nem o sequestro de RPV inadimplida, que tem peça base própria. E não escolhe critério que o título não fixou: aponta, e a advogada decide.

Os 25 sensores, e o que cada severidade faz

Camada determinística: expressões conferidas rodando sobre o texto da peça, sem chamar modelo. Cada erro novo achado em auditoria vira sensor novo, e é por isso que a lista cresce.

GRAVE8
Rebaixa para NÃO APTA e bloqueia o protocolo. Sem exceção.
  • honorarios-art-20
  • gratuita-lei-1060
  • prazo-graca-90-dias
  • cid-mielopatia
  • template-placeholder
  • competencia-estadual
  • sumula-77-contra-o-autor
  • tutela-em-bpc
MÉDIA6
Não bloqueia, mas entra no relatório e pede decisão antes de assinar.
  • travessao
  • citacao-nao-verificada
  • art-340-em-restabelecimento
  • sumula-fora-da-lista
  • tema-369-contra-o-autor
  • jurisprudencia-sem-fonte
LEVE4
Aviso de acabamento e de vocabulário. Não impede nada.
  • dado-pendente
  • pessoa-com-deficiencia
  • competencia-delegada-70km
  • competencia-estadual-acidentaria

Três sensores que existem por um motivo específico

O travessao é pedido explícito e repetido da Maytê. Travessão longo não entra em peça do escritório: as orações se ligam com vírgula, ponto, dois-pontos, ponto e vírgula ou parênteses.

O sumula-77-contra-o-autor e o tema-369-contra-o-autor vigiam o erro mais caro que existe, que é citar precedente que joga contra o cliente. A Súmula 77 da TNU é o limite da Súmula 47, e o Tema 369 manda computar integralmente o benefício do familiar de valor superior ao mínimo.

O tutela-em-bpc guarda uma diretriz que inverte o que vale em incapacidade: em benefício assistencial o escritório não pede tutela, ainda que os pressupostos pareçam presentes, e é comum que pareçam. A fronteira: em peça de incapacidade com pedido subsidiário de BPC pelo Tema 217, a tutela é do benefício por incapacidade e continua legítima.

Cobertura honesta

O que o brain sabe fazer hoje e o que ainda não. Saber a diferença evita pedir o que não existe e receber improviso. Peça base é um terceiro estado: a peça inteira existe, com os módulos condicionais marcados, mas o método ainda não foi destilado em blocos e não há roteiro de atendimento. Dá para peticionar, e a coleta fica por sua conta.

Família de benefício Espécie Bloco de peça POP de atendimento
Incapacidade, comum e acidentária B31 B32 B91 B92 escrito escrito
Assistencial, BPC/LOAS B87 escrito escrito
Aposentadoria especial B46 escrito escrito
Aposentadoria por tempo e por idade B42 B41 peça base a escrever
Aposentadoria híbrida e da PcD B42 B41 a escrever a escrever
Pensão por morte B21 B93 escrito escrito
Auxílio-acidente B94 a escrever a escrever
Salário-maternidade B80 a escrever a escrever
Auxílio-reclusão B25 a escrever a escrever

Fora da tabela, porque não é benefício e sim execução: o sequestro de RPV inadimplida contra o INSS tem peça base desde 27/08/2026, nascida de caso real de auxílio-acidente na Justiça Estadual de Goiás, com as citações conferidas em fonte oficial. Não existe bloco fático dela para procurar; a família é o cumprimento de sentença.

Como o cérebro está montado

Para quem quiser abrir o capô: como o plugin chega até a equipe e como cada habilidade se conecta ao conteúdo que ela lê. Não muda a forma de pedir nada, é o mapa de por dentro.

Repositório AdvAxiss Victor e Tiago editam o método aqui publica Plugin Cérebro Neves & Feliciano marketplace advaxis, versão 0.25.0 instala Equipe do escritório abre a pasta do caso, nunca o repositório, e nunca digita git o que o plugin entrega 1 padroniza-documentos OCR e padrão de nome 2 peticionador-inicial seis fases, bloco a bloco 3 auditor-peca veredicto pré-protocolo atualiza-base-legal texto integral da norma registra-inpi marca, fora do INSS marketing-juridico Provimento 205 embutido adiciona-ao-cerebro alimenta o próprio grafo só se cita o que estiver conferido aqui timbrado e peça base contexto/ arvore-beneficios.md (o roteador) pops/ (4 benefícios) voz-mayte.md (vinculante) voz-mayte-nao-processual.md escritorio.md, comercial.md estrutura-de-pastas.md distribuicao-do-plugin.md higiene-de-ambiente.md blocos/ introducao/ e conclusao/ (fixas em toda peça) faticos/ 5 famílias + modulos/ enxertáveis incapacidade, bpc-loas, especial, pensao-por-morte, auxilio-acidente opcionais/tutela-urgencia.md recursal/ (recurso, contrarrazões, impugnação) 5 famílias ainda sem bloco bases-legais/ regras-formais-e-citacoes.md a camada curada, que autoriza a citação auxilio-incapacidade/ publicidade-e-marketing/ (conferida) propriedade-industrial/ (a conferir) bruta/ (texto integral das fontes) 1.400 fragmentos, coletados toda segunda modelos e forma templates/ (3 timbrados .docx) a skill pergunta qual usar pecas-base/aposentadoria-especial pecas-base/aposentadoria-programada gera_docx.py recuo, fonte e espaçamento por timbrado a adiciona-ao-cerebro escreve nas quatro camadas e roda alcance.py, que tem de terminar em "nenhum orfao"
Linha cheia: a habilidade lê aquela camada. Linha vermelha: regra vinculante, só se cita o que estiver conferido na base legal. Linha tracejada: escrita, não leitura, e existe uma única, a adiciona-ao-cerebro. Os números 1, 2 e 3 marcam o caminho da peça descrito no início desta página. Três habilidades (registra-inpi, marketing-juridico e atualiza-base-legal) também leem contexto/voz-mayte.md; essa aresta ficou fora do desenho para não cruzar a figura inteira, porque a voz da Maytê vale para toda saída. O grafo desenha sete das doze habilidades, que são as da primeira leva. As cinco que entraram depois, fraciona-processo, peticionador-recursal, explica-para-o-cliente, charles-previdenciario e liquidacao, estão descritas nos cartões acima e leem as mesmas camadas: a fileira de caixas está cheia e acrescentar nós exigiria redesenhar a figura inteira.

O Claude não lê a pasta inteira do repositório. Ele lê o nome e a descrição de cada habilidade sempre, o corpo dela quando é chamada, e um arquivo de apoio só quando algo que já leu aponta para ele. Arquivo que nenhuma habilidade alcança por essa cadeia de links não existe para o sistema, por melhor que esteja escrito. Já aconteceu aqui: duas peças base completas ficaram invisíveis até alguém notar.

$ python skills/adiciona-ao-cerebro/scripts/alcance.py arquivos de conteudo: 1524 | alcancaveis por skill: 1524 nenhum orfao. Toda habilidade enxerga todo o conteudo.

O CLAUDE.md não é componente de plugin e não chega à equipe: serve a quem edita o método no repositório. O mesmo vale para log.md, gabarito.md, conexoes.md, trabalho-em-aberto.md, que é a lista viva de tarefas, a pasta arquivo/, que guarda o trabalho encerrado, e paginas/, onde esta página mora.

O que a leitura do grafo mostra

bases-legais/ é o gargalo, não blocos/. A maioria das habilidades aponta para lá, e é a única camada que autoriza citação. A subpasta bruta/ deixou de estar vazia em 06/08/2026, com mais de mil fragmentos de norma e jurisprudência coletados das fontes abertas e versionados junto do cérebro. Era o ponto mais caro do grafo, porque toda transcrição literal depende dela e a voz da Maytê manda transcrever lei na íntegra.

O que continua caro é a fonte. Planalto, STF, STJ e Diário Oficial estão fechados a acesso automatizado, e o LexML identifica a norma sem entregar o texto dela. O que conta como fonte oficial para o escritório é decisão da Maytê, e está na lista de pendências com ela.

Desde 13/08/2026 a ordem de consulta está escrita, e são duas regras diferentes. Legislação tem regra de ordem: o texto de lei se lê na base do escritório, em bases-legais/bruta/previdenciario/legislacao/<norma>/, uma pasta por norma e um arquivo por artigo, e só depois de não achar é que se vai à fonte oficial, declarando a tentativa. Jurisprudência tem regra de fronteira: descobrir qual súmula ou tema se aplica pode ser buscado fora, o texto sai sempre da base, e verbete que a base não tem não é citado. O que atravessa a fronteira é o número, nunca a redação. As duas valem no CLAUDE.md e nas três skills que redigem ou auditam peça.

A trilha da peça é uma corrente, não um menu. O índice de anexos que a padroniza-documentos produz é o que a peticionador-inicial cita, e o veredicto da auditor-peca é o que libera o protocolo. Pular o primeiro passo quebra a numeração dos anexos dentro da própria peça.

A adiciona-ao-cerebro é a única aresta de escrita. É por ela que a Maytê alimenta o método sem depender de desenvolvedor, e é o que impede o grafo de crescer com arquivo órfão.

Como uma sessão atravessa os dois lugares

O método mora no plugin. O caso mora no Drive. Nenhum documento de cliente encosta no repositório.

cópia à mão, no Explorer a pasta anexada é encenada na sessão peça no timbrado e anexos Drive, WorkFlow estágio 1 ou 2 do kanban Pasta do caso no disco, pode nascer vazia padroniza, peticiona, audita a trilha das três habilidades, com aprovação da Maytê entre fases Drive de volta estágio seguinte o que virou método não se edita na sessão vira recado aos desenvolvedores, que publicam versão nova do plugin
Documento de cliente nunca encosta no repositório. Desde que o brain virou plugin, a pasta de trabalho é a pasta do caso e o método vem de fora. A seta vermelha é a única via de aprendizado, e ela sai da sessão para quem mantém o método, não para o arquivo aberto na hora.

Como o cérebro alcança o Drive

Medido em três rodadas no dia 12/08/2026, e o que valia antes disso está revogado. Até esta data as habilidades diziam, por escrito, que o Drive era inalcançável e mandavam copiar os documentos à mão pelo Explorer. Era verdade em 30/07 e deixou de ser. Nenhuma habilidade deve mais recusar trabalho alegando que não alcança o Drive.

São duas vias, e elas trabalham juntas. O conector do Google Drive acha e lê. A unidade G:, montada pelo app do Drive, pega e devolve. Nenhuma das duas substitui a outra.

O que você precisa fazerPor onde vaiO que foi medido
Achar o caso sem saber o caminhoConectorA busca por nome atravessa os drives compartilhados e devolve a pasta certa
Ler um processo grandeConector133 páginas de um PDF de 33,6 MB em texto, sem baixar nada. O OCR acontece no Google, então não depende do que está instalado na sessão
Ler Documento ou Planilha do GoogleConectorNo G: esses arquivos são atalhos e não têm conteúdo
Trazer o lote de anexos para processarG:24 arquivos e 95 MiB num pedido só. Tetos: 50 arquivos, 400 MB cada, 500 MB no total
Gravar o resultado na pasta do casoG:Grava direto, sem você arrastar nada. Teto menor: 20 MB por arquivo
Apagar, renomear ou moverNenhuma das duasSó pela sua mão, no Explorer

Conecte a pasta antes de começar. No Claude Desktop, anexe a pasta do caso ao contexto da conversa. Sem isso aparece can't be listed without a grant, que parece falta de permissão no Drive e não é: é a pasta que não foi conectada àquela conversa. Toda habilidade que toca documento de cliente abre lembrando disso.

Ler o processo inteiro virou passo zero. Antes de redigir ou auditar, o processo administrativo é lido pelo conector. O motivo é um caso real do mesmo dia: uma inicial foi escrita sem que ninguém abrisse o processo de 133 páginas que estava na própria pasta, e lá dentro havia um acórdão que já negara o recurso pelos mesmos fundamentos da peça. A peça nasceu atacando o ato errado.

Nem todo mundo enxerga o mesmo acervo. O acesso segue a conta de quem trabalha, e alguns drives são restritos. Por isso nenhuma habilidade presume alcance: encontrando conteúdo fora do alcance da sua conta, ela diz isso e para, em vez de seguir com o material que sobrou como se fosse o completo.

Como isso é comportamento de ferramenta, e ferramenta muda, existe revisão marcada de dois em dois meses, a partir de 01/10/2026.

O que ainda falta

Fora da cobertura por benefício já mostrada acima: os buracos de infraestrutura do próprio cérebro.

O que Estado Falta
bases-legais/bruta parcial 1.536 fragmentos em 37 coleções, atualizados toda segunda. Em 24/08 entrou o Regulamento do BPC, o Decreto 6.214/2007, que faltava e que o bloco de BPC cita em cálculo de renda. Faltam os quadros anexos dos Decretos 53.831/64 e 83.080/79, que só existem em PDF escaneado e dependem de decisão sobre OCR, e a NR-15, que não tem coletor automático em lugar nenhum. Enquanto isso, o código 2.5.7 do vigia segue [CONFIRMAR].
Jurisprudência do STJ e do STF fechada a robô Os dois devolvem 403 ao acesso automatizado, e o STJ veda /repetitivos por robots. Súmula e tema repetitivo desses tribunais entram por navegador humano, e a base bruta hoje só tem a TNU.
contexto/escritorio.md e comercial.md parcial Campos [PREENCHER PELA MAYTÊ] ainda em aberto.
Scripts de padronização parcial OCR de manuscrito validado contra a API, e OCR de impresso, encaixe em A4, numeração, índice e geração de PDF em script (padroniza_lote.py), com auditoria do lote em audita_lote.py. Em 12/08/2026 o driver passou a receber origem e destino como argumento, a montar o plano lendo a pasta e a devolver o resultado para a pasta do caso, com modo seco de verdade. Em 13/08 o vocabulário de classificação saiu do código e virou tabela de sinônimos em tipos-documentais.md, o casamento passou a ser por palavra inteira e a duplicata a ser detectada por hash. Divisão de arquivo e tratamento de foto ainda rodam com ferramenta da sessão; tipo e data continuam saindo do nome do arquivo, com o que não se sabe saindo marcado e a sessão completando pelo plano. O ocrmypdf não existe no container do Cowork, então a trilha de impresso ainda depende de instalação na sessão.
Validação de ponta a ponta não rodada Caso real de auxílio-incapacidade já identificado, falta processar do começo ao fim.
Linha trabalhista (Maria Eugênia Neves) fora do escopo Sem árvore, bloco nem base legal. Tudo que existe hoje é da linha previdenciária da Maytê.

Duas coisas que valem para todas

A pasta que você abre é a pasta do caso. O método vem do plugin instalado, não da pasta, então ela pode estar vazia. Desde 12/08/2026 a documentação de cliente não precisa mais ser copiada à mão: no Cowork basta anexar a pasta do Drive ao contexto da conversa, e na aba Code o G: é caminho direto. O que não muda é a regra de fundo, documento de cliente nunca encosta em repositório de código.

O brain instalado é somente leitura. Surgindo bloco novo, base legal conferida ou observação que serve para os próximos casos, anote e avise o Victor ou o Tiago. Método novo entra por versão nova do plugin, não editando arquivo no meio de um atendimento.

O limite que não se negocia

Nenhuma habilidade cita dispositivo, súmula ou tema que não esteja conferido na base curada, com data. O que estiver fora entra marcado [VERIFICAR] e é resolvido antes do protocolo.

Transcrição de lei e de jurisprudência é literal e imodificável: entre aspas, em itálico, fiel ao original. Texto entre aspas alterado ou parafraseado pode ser tido por má-fé processual. Explicar o conteúdo de um dispositivo citando o número é escrita legítima da casa, e não é achado de auditoria. Regras da Maytê de 26/08/2026.

O print prova a tese, nunca ilustra o texto. Ganham imagem o reconhecimento lançado pela própria Autarquia e as folhas do documento que comprovam o erro ou o direito. O formulário da perícia impugnada se ataca em texto, curto, e não ganha print. Todo print vem com a folha e com a legenda dizendo o que a imagem prova.

A peça é em português. Nome em inglês entra tão somente quando trazido expressamente na documentação juntada, e aí com a folha. Fora disso vale o equivalente em português, com a sigla. E a palavra é percentual, não "percentil", ressalvada a transcrição entre aspas, onde o original não se toca. Regras da Maytê de 26/08/2026.